“Num tempo em que a generosidade é confundida com ingenuidade e o altruísmo é visto como sinal de fraqueza, ainda é possível falar em bondade genuína?
Em defesa dos “trouxas” é um ensaio que desafia essa distorção moral e convida o leitor a refletir sobre a verdadeira natureza da bondade — aquela que nasce não do orgulho humano, mas da graça de Deus operando no coração.
Com argumentos teológicos e claros o autor busca desmontar o uso indevido da palavra “trouxa” e revelar que muitos dos que assim são chamados expressam uma das virtudes mais elevadas do Evangelho: o amor que não busca retorno e não teme o prejuízo.
Mais do que uma defesa, o livro é um convite à maturidade espiritual — para compreender que ser bom, principalmente quando isso nos custa alguma coisa, é espelhar o caráter de Cristo em um mundo que já não entende o que é bondade.
Talvez o mundo chame de trouxa quem Deus chama de servo fiel.”
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